Alan SEO

Criação de conteúdo SEO: páginas e textos que respondem o que o seu cliente pergunta

“Conteúdo” virou palavra cansada: muita gente já pagou por dez artigos genéricos que ninguém leu e que não trouxeram uma ligação. Criação de conteúdo SEO, do jeito que eu faço, é a página que aparece quando alguém digita “implante dentário em Porto Velho valor” e a descrição do Perfil da Empresa no Google (antigo Google Meu Negócio) escrita como o cliente pergunta no balcão. Uso IA para ganhar velocidade no rascunho e reviso cada linha antes de publicar.

O que está incluso

Como funciona

  1. semana 1

    Entrevista e pesquisa

    Meia hora de conversa com você sobre o que o cliente pergunta antes de fechar, mais o levantamento das buscas e do que já aparece na sua cidade.

  2. semana 2

    Mapa e guia de voz

    Lista de páginas em ordem de prioridade, briefing de cada uma e o guia de voz que orienta tanto a IA quanto a minha revisão.

  3. semanas 3 a 6, em lotes

    Produção e revisão

    Rascunho com IA, revisão minha, conferência de dados e compliance, e aprovação sua antes de qualquer publicação.

  4. contínuo

    Publicação e medição

    Páginas no ar com título, meta, links internos e dados estruturados. A cada trimestre, leitura do Search Console e ajuste do que não rendeu.

Cada página tem um trabalho

Quem pesquisa “dentista perto de mim” quer o mapa. Quem pesquisa “quanto custa implante dentário em Porto Velho” quer uma resposta, e o Google entrega uma página. Se o seu site não tem essa página, a resposta vai para o concorrente que tem. É por isso que, dentro do SEO Local, o conteúdo começa pelas páginas de serviço e só depois pensa em blog: a página de serviço atende quem já decidiu contratar e só está escolhendo com quem.

No resumo da Harmo sobre o Local Search Ranking Factors 2026 da Whitespark, a página dedicada a cada serviço é o fator de maior peso do resultado orgânico local. O motivo é prático: cada página passa a ter um título, uma pergunta e uma chamada próprios, e o Search Console passa a mostrar para quais buscas cada uma aparece. Com uma página “Serviços” em lista, não há nem o que medir.

Como eu produzo, com IA e revisão

Eu uso IA na produção, e prefiro explicar como antes que você pergunte. O fluxo tem cinco partes:

  1. Entrevista com você. Só quem atende sabe o que o cliente pergunta antes de fechar.
  2. Guia de voz. Como o seu negócio fala, o que promete e o que nunca diz.
  3. Briefing por página. Palavra-chave, intenção de quem busca, perguntas que a página precisa responder e dados que precisa conter.
  4. Rascunho. Gerado com IA a partir do briefing e do guia.
  5. Revisão e aprovação. Eu leio linha por linha, confiro dado, valor, prazo e tom; você aprova.

A IA é boa em estrutura, em manter o mesmo padrão em quarenta páginas e em não esquecer nenhuma pergunta do briefing. Ela não sabe quanto você cobra, não sabe que o estacionamento fica na rua de trás nem qual objeção o cliente traz no balcão. Isso entra na entrevista e na revisão. O resultado é escala com informação própria, que é o que separa uma página útil de uma página que existe só para ranquear.

O Google não proíbe IA; ele proíbe o uso errado dela. A política de spam tem um nome para isso, abuso de conteúdo em escala: gerar muitas páginas com o objetivo principal de manipular a classificação, e não de ajudar quem lê. Entre os exemplos está usar IA generativa para produzir páginas em volume sem agregar valor. A escala do meu fluxo está no processo; cada página continua tendo o dado que só ela tem.

O que faz uma página não ser genérica

Uma clínica odontológica com seis serviços recebe seis páginas, e cada uma carrega o que muda: quanto tempo leva, quantas sessões, o que a pessoa sente, se há faixa de valores (quando o conselho permite), quais perguntas o paciente faz e o que responder. Uma empresa de dedetização que atende cinco cidades recebe cinco páginas, e cada uma diz o que é diferente naquela cidade: prazo de deslocamento, bairros cobertos, praga mais comum na região, horário de atendimento. Quando não há nada de próprio para dizer sobre uma cidade, a página não deve existir.

Em saúde, direito e imóveis, o texto também passa pelo filtro do conselho: sem promessa de resultado, sem depoimento de paciente, sem “o melhor”. Eu detalho essas regras nas páginas por segmento, como a de clínicas e consultórios.

Escrito para o Google e para a IA lerem

Os textos que as ferramentas de IA conseguem citar costumam ter um formato: a resposta aparece nas primeiras linhas de cada seção, as perguntas frequentes estão marcadas como tal, o autor está identificado e os dados têm fonte. Não é truque; é o mesmo que deixa a página mais fácil de ler para uma pessoa com pressa. Eu aplico esse acabamento em toda página e, quando o objetivo principal é ser recomendado pela IA, o trabalho continua em GEO, otimização para IA.

Quando o problema é o site, não o texto

Às vezes a página está pronta e o site não comporta: não tem como criar uma URL nova, demora demais para abrir no celular ou o tema esconde o texto atrás de imagens. Nesse caso eu mostro a conta antes de escrever, porque texto bom em site ruim não aparece. A saída costuma ser o desenvolvimento de um site leve, com uma URL por serviço, e o conteúdo já entra no formato certo.

O que eu não faço

Não escrevo trinta artigos por mês “para ter conteúdo”. Não copio página de cidade trocando o nome. Não publico rascunho de IA sem ler. E não prometo número de visitas: o que eu me comprometo a mostrar é, no Search Console, para quais buscas cada página passou a aparecer e quantos contatos vieram dela.

Se você quer saber quais páginas os seus concorrentes têm e o seu site não, esse levantamento faz parte do diagnóstico gratuito.

Perguntas frequentes

Quantas páginas eu preciso?
Uma para cada serviço que você quer vender mais. Nos negócios locais que eu atendo, a lista inicial costuma ficar entre 4 e 12. O mapa de conteúdo define pelo que falta e pelo que rende, não por meta de volume.
Você usa IA para escrever?
Uso, e digo isso na primeira conversa. A IA gera o rascunho a partir do briefing e do guia de voz; eu reviso cada linha, confiro dados e valores com você e assino o resultado. O que a política de spam do Google chama de abuso de conteúdo em escala é outra coisa: gerar muitas páginas sem valor para quem lê, só para manipular a classificação.
Blog vale a pena para negócio local?
Vale quando o artigo responde à dúvida de quem está prestes a contratar: quanto custa, como escolher, vale a pena, o que levar. Não vale como “conteúdo por conteúdo”. Se o assunto não tem relação com um serviço que você vende, eu não escrevo.
Você faz páginas de cidade em escala? Isso não é penalizado?
Faço, quando cada página tem informação própria: bairros atendidos, prazo, o que muda naquela cidade, dúvidas locais. O que o Google ignora é a cópia com o nome da cidade trocado. A escala está no processo, não em repetir texto.
Em quanto tempo o conteúdo aparece no Google?
Depende de indexação, concorrência e da força do site. Páginas novas em um site já indexado costumam ser lidas pelo Google em dias; ganhar posição em buscas concorridas leva meses. Eu não prometo volume de tráfego: mostro no Search Console o que mudou.
Você escreve para saúde e direito?
Escrevo, seguindo as regras de publicidade do conselho: sem promessa de resultado, sem depoimento de paciente, sem superlativo. O texto continua útil sem isso, e o cliente confia mais.
Eu mesmo posso escrever e você só revisa?
Pode. Nesse formato eu entrego a pesquisa, o mapa, o briefing e o guia de voz, e reviso o que a sua equipe produz. Funciona bem quando alguém do time conhece o assunto a fundo.
O conteúdo serve para o ChatGPT e o Modo IA?
Serve, se for feito para isso: resposta direta no começo de cada seção, perguntas frequentes marcadas, autor identificado, dados com fonte. É o acabamento que eu aplico em toda página e que detalho no serviço de GEO.

Quer saber por que seu concorrente aparece e você não?

Me chame no WhatsApp. Eu olho o seu Perfil da Empresa no Google e te digo, sem enrolação, o que está travando seus resultados.